
Posso? Não, não pode?
Devo? Não, não deve?
Por que? Quem disse? Enfim, não existe razão, não existem regras. Nossas histórias sempre se esbarram em momentos que a opinião alheia, pode provocar alguma mudança na seqüência natural de alguns fatos!
Conceitos responsáveis por todos o julgamentos feitos em cima de fatos tão relevantes. A realidade é muito dispersa. Tudo pode ser, de fato, muito relativo.
Ser ou não, um permissivo. Pervertido... Há muito tempo os tolerantes são julgados, os depravados e imorais! Mas hoje, numa sociedade tão "conservadora", o que é ser tradicional? Ciúmes, gostar, paixão, amor... Quantas definições, quantos rótulos! Como atribuir palavras e conceitos aos mais diversos sentimentos humanos? Como explicar o desejo, a saudade, o sexo? Sensações que dificilmente poderão ser descritas. O instinto humano que rompe com as amarras de um mundo tão incoerente, faz da incerteza e das contradições, suas aliadas no ato de tornar confusas, todas as relações inter humanas.
Auto-conhecimento. Um tesouro escondido nos mais profundos abismos da mente humana. Um tesouro que poucos conseguem encontrar. Procura que fazem perdidos tantos sentimentos e fazem inconstantes tantos desejos. Dúvidas que pairam, e fazem dos atos, o imprevisto, o inexplicável. Encontá-lo seria o momento culminante na história de um ser humano. Conhecedor de si, seguro e racional de todo o seu comportamento, seus anseios e medos.
Permitir. Não é possível explicar quanto permissivo pode ser o sentimento... Em suas variáveis, a permissão vai da promiscuidade até a mais absurda abstinência. Parte da liberdade até a prisão. Permissivo e alucinado, sem exageros, esse é o caráter de alguém que muitas vezes, é visto como o merecedor de disciplina, merecedor do pensar! Precisamos de disciplina? Precisamos pensar? Eis o nosso mal, pensar...
2 comments:
Tranquilo moço? Grato e lisonjeado pela visita.
Quanto ao seu post, Claudionei tem um livro (na verdade meu) com passagens interessantes sobre o assunto: Middlesex - Jeffrey Eugenides.
Abraço.
Tranquilo rapaz! Bom te ver por aqui! Vou procurar o livro com Claudionei... Apesar dessa pessoa insistir na minha qualidade de não leitor, sei que não tenho que provar nada pra ela!!! Hehehe
Também fico lisonjeado pela visita...
Abração
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