"Born illegitimatelyTo a whore, most likely
He became an orphan
Oh what a lovely orphan he was
Sent to the reformatory
Ten years old, was his first glory
Got caught stealing from a nun
Now his love story had begun
Thirty years he spent wandering
A devil's child with dove wings
He went to prison
In every country he set foot in
Oh how he loved prison
How awfully lovely was prison
All those beautiful boys
Pimps and queens and criminal queers
All those beautiful boys
Tattoos of ships and tattoos of tears"
Quando ouviu "Beautiful Boys", ele nada conhecia de Coco Rosie... Conhecia um pouco mais de São Paulo, mas quem eram elas, muito pouco! O belíssimo e delicado par de vocais oriundos das terras de Tio Sam, quem experimentam um folk embriagado por nuances do eletrônico, dispertaram a curiosidade típica daquele nada sargitariano, mas que por Sargitário (que talvez não tão Sargitário) se rendia a nova descoberta!
Sejam bem vindas, seja bem vindo São Paulo, sejam bem vindas a São Paulo, e venham ao Rio, São Paulo e Rio, e Coco Rosies... Será? Dará tempo de comprar os ingressos? Existe o desejo, a vontade... Mas e os ingressos? Vip, não Vip, meia! Até então nada de ingressos, apenas "Beautiful Boys", mas já está valendo.
São Paulo ainda confude, afinal são as pautas! Interessante e intrigante... Sampa, a terra da garoa! Que fascínio é esse que essa São Paulo tem dispertado ultimamente, hein? Instigante saber que Sampa ignora, Sampa é blasé e desconfiada. Será? Brincadeiras... Cada vez mais ele se encanta com Sampa!
Onde estará Sampa? Longe daqui? Num joguinho curioso de suspeitas e indiretas! Sim, Sampa. Samba. Olha o Circo que voa, olha a quarta-feira dos "outros" pretendentes. Hoje foi dia de garoa? Hoje fez frio e sol, um Rio incomum. E Sampa? Samba? Não, talvez um folk eletrônico, quem sabe Coco Rosie!











