
Rio de Janeiro, tarde de uma sexta-feira. No final do almoço, um café. Antes do retorno, um acerto de contas. E entrava no saque, a testemunha ocular! Na giratório, um último olhar do criminoso. Arrependido? Não se sabe... Apavorado? Certamente. Final inevitável, para crimes invitáveis, ou evitáveis, na medida em que toda história escrita mundo afora, contivesse em suas páginas, os conceitos básicos da civilidade.
Enfim, o terror. Um poeta, assiste a morte, frente a frente. O sangue escorrendo no vidro. A atitude certeira daquele, que na vida, escolheu a opção de defender! (Na selva urbana em que muitos vivem, a coragem talvez seja uma das melhores garantias para sobrevivência.) E os últimos suspiros de uma vida, que sequer conheceu. Um mal incalculável, porém, compreendido. Os olhos não acreditam, o medo da dor. Dor de alguém que causou dor, e o final de uma história, que poderia ter acabado de uma forma muito pior.
1 comment:
Nem todo mal, pode ser justificado, ,com outro mal.. É triste assistir cenas de vidas sendo perdidas. Pelo o que notei, por conta do vil metal!!! E viva ao vil metal!!! Sinto muito a cena assistida, mas tenho que informá-lo, que cenas muito piores ocorrem, e você jamais ficará sabendo. Assim desejo pra você!!!
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