
Era uma gaivota simples, mas foi com ela que tudo foi possível. Ela os concedeu todas as oportunidades. A gaivota daquela praça, coberta de pomares, que segue rumo ao mar... Essa gaivota, assistiu as verdadeiras declarações, os verdadeiros olhares. Sob as suas águas, muitos prazeres foram lavados, e gozados. Nem mesmo uma noite de sono, com gaivota, ele teve, mas teve minunciosos, e precisos momentos de amor. Que voe rumo aos céus, e que olhe o futuro próspero e especial.
Saudades daquela gaivota...
1 comment:
Como não ter saudades daquela gaivota que era só nossa? Nosso tempo! Palavras doces que enchem o peito de alegria e faz marejar os olhos...saudade é foda...que saudades daquela gaivota! Cris
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