
Coco Rosie esteve por aqui, mas não foram devidamente apreciadas. Dias frios, um Rio atípico, um calor emocional! Encatado com ele próprio, fez de seus momentos, as suas emoções. No palco "Humanidade Anônima", na platéia, o anônimo descobrindo e observando o quanto o anonimato lhe faz bem.
Segredos bem guardados, não precisavam ser expostos, tudo no devido lugar. Imagens bem apresentadas, emoções devidamente ensaiadas. Eis o propósito: criar emoções! Emocionado não, informado! O tempo apaga as manchas causadas pela inexperiência, e traz sempre novos sentidos, outros métodos. Um novo começo? A continuação da saga de um criador! A arte do espetáculo... Um show de metáforas e sentimentos entremeados pela leveza do ser.
E Sampa? Pouco se sabe sobre Sampa... Mas diante da devida luz, uma bela e encantadora imagem vem sendo construída! A imagem que ela constrói, a imagem que ela busca. Na noite sem luz, no dia nublado. O tempo passa. Urca outra vez? Quem sabe? A segunda é ainda para muitos poucos. Ou quem sabe para a única?
No palco eles, na cabine apenas ele e ela. Ela fez a luz. Ela deu cor aos movimentos, deu sentido ao tempo, e desenhou o cenário perfeito! Ele, maestro, gritou, insistiu e criou. Talentos, técnicas! Bastidores não é o lugar, que venha o palco! Que venha a luz!
No comments:
Post a Comment